Pacientes alérgicos a medicamentos têm adotado uma estratégia inusitada para alertar outras pessoas sobre sua alergia no caso de atendimentos emergenciais: tatuar na pele os nomes dos remédios que provocam a reação.

É o caso da relações públicas Patrícia Pinto e da produtora Fabiola do Carmo. As duas têm reações como urticárias, inchaço do corpo e do rosto e fechamento da glote quando entram em contato com determinadas substâncias.
Depois de passarem por situações em que correram risco por causa do desconhecimento dos profissionais que as atenderam sobre suas alergias, resolveram tomar a atitude mais drástica. As duas tatuaram os nomes no braço, para a informação ficar o mais visível possível.

Uma campanha parecida é promovida pela associação ADJ Diabetes Brasil que divulga a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. É o caso do atleta e professor de educação física Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diabético há duas semanas.

“Sabemos que um dos cuidados que temos que tomar é sempre andar com uma identificação. Nada melhor do que uma identificação que nunca vai sair do seu corpo”. Antes da tatuagem, ele usava uma medalha que informava sobre a doença e fornecia um telefone de emergência.

Como ele se relaciona com outros pacientes – o atleta lidera um grupo de corrida formado por diabéticos – Emerson também vê a tatuagem como uma das forma de incentivar as pessoas a aceitar e assumir a doença e o tratamento.

Fontes com matéria completa:
Portal G1

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Diabetes e Tatuagem